A música é uma das minhas maiores paixões pelo que não poderão faltar artigos sobre as minhas bandas preferidas.
Num país onde se vive para comer e beber bem, não há como passar ao lado sem paixão.
O Luís é um amigo de longa data, não só meu, mas de toda a gente cá de casa. Já estamos por isso habituados às suas “pancadas”, uma delas sempre foi viajar e conhecer novos amigos, pelo que, sempre que pode lá vai ele uns meses para aqui ou para ali. A última descoberta foi um concurso organizado por uma empresa americana para a escolha do blogger oficial da próxima expedição da empresa à Antarctica… e o Luís, obviamente, meteu-se ao barulho. A antarctica e o grande continente gelado sempre foi uma paixão sua, e por isso não poderia falhar.

Luís Pingu na praia de carcavelos
Resultado o concurso já leva cerca de 2 meses, tem cerca de 400 concorrentes de todo o mundo e o Luís vai à frente… o Luís Pingu, como começa a ser conhecido já fez de tudo para realizar o seu sonho, mas ainda faltam mais 2 meses, pelo que aproveito para deixar o apelo ao voto e ao passar da palavra. Vamos levar um português ao continente gelado.
Aqui vão os links:
Site do Concurso
Site do Luís Pingu onde podem acompanhar todas as aventuras.

Um artigo muito interessante sobre o impacto espectável do Magalhães nas próximas gerações de portugueses.
O artigo foi escrito pelo meu grande amigo Paulo Trezentos e merece uma leitura atenta.


photo credit: EMMEALCUBO
Ao chegar ao painel de administração do blog encontrei o aviso… nova versão do Wordpress, a 2.6 já está disponível, e mais já está disponível em português.
Toca a instalar.

Junho de 1993, Estádio de Alvalade, tinha 16 anos de idade, foi a primeira e última vez que vi um concerto ao vivo dos Delfins. Na altura as suas músicas eram a delicia dos adolescentes, confesso que algumas me agradavam, como ainda hoje sou capaz de as ouvir e recordar alguns momentos que com elas vivi. Não era na altura o meu estilo de música, estava a começar os meus primeiros passos na descoberta de Led Zepplin, Pixies, Violent Femmes, pelo que os Delfins como que sabiam a pouco…
Passados 15 anos sobre essa altura e 27 sobre os primeiros acordes de Fernando Cunha e companhia, continuo a achar que já era altura de nos pouparem de ouvir mais álbuns deprimentes feitos para pagar umas contas. Sempre me fez confusão como é que alguém que percebe de música como o Miguel Ângelo, consegue estar 27 anos a fazer música tão “sem sal”, já o ouvi algumas vezes a falar sobre as suas influências musicais, que são próximas da minha adolescência mais punk-rock, e confesso que não entendo.
Quando vi a notícia pensei logo, tenho de escrever um post sobre isto, a mandar foguetes sobre o fim já prometido pelo candidato Vieira. Comecei a escrever este pequeno texto e rapidamente me vieram à memória diversas festas do liceu dançadas ao som dos Delfins, lá começaram a aparecer as doces recordações da adolescência que já começa a ser longínqua e que me leva a dizer… Obrigado Miguel e amigos pela musica fraquinha que me proporcionou tão bons momentos, e o que conta são os momentos, farão sempre parte da minha vida (nunca me imaginei a escrever isto, se entretanto este post for apagado é porque me arrependi amargamente destas palavras).
Links:
Notícia sobre o fim dos Delfins.
Resumo da carreira dos Delfins.

Quem me conhece sabe que não sou um fã de praia, gosto, mas troco facilmente uma ida à praia por uma caracolada numa esplanada com um grupo de amigos, dai este meu aspecto branquelas. Como é possível não gostar de praia, podem perguntar alguns, simples, detesto confusões. Não posso com o ritual de ir à praia e estacionar a 2 Km porque não se arranjou lugar mais perto durante os 30 minutos em que se andou às voltas, e depois andar à procura de um cantinho para deixar a toalha que tem de ficar vigiada à vez para não ser roubada enquanto vamos à água. Poderão dizer que esta descrição é um exagero, mas é por já ter passado algumas vezes por ela que fico sempre de pé a trás quando me falam em ir para a praia.
Finda esta introdução, queria dizer que adoro a praia e o mar, mas adoro o meu conceito de praia e mar, ou seja, para mim a praia não um sítio para ir à água, para mim a praia é um sítio para estar mais próximo do mar e poder contemplá-lo em todo o seu esplendor, para mim a água pode estar a 10º, é-me irrelevante, desde que o espaço me permita relaxar por não ter encontrado confusão no caminho e possa desfrutar de toda a paisagem ao meu ritmo e com toda a calma do mundo. O motivo deste post tem a ver com um regresso ao passado, desde pequeno que frequentei com os meus pais as praias do Oeste, principalmente a zona de Peniche, tínhamos uma casa aí perto e desde sempre me lembro dessas serem as minhas praias. Num dos últimos fins-de-semana, resolvi voltar a esta zona para 2 dias de descanso, ficámos alojados no Marriot da Praia d’el Rey (o destino original era bem mais modesto, mas isso fica para outro post) e tenho a dizer que, de facto, ainda há praias onde se pode relaxar, o resort fica mesmo em cima da praia que na zona é conhecida pela Praia dos Belgas, largas dezenas de quilómetros de areia de acessos complicados. Mar revolto e quase sempre pouco convidativo a um mergulho, é no entanto o tipo de mar que apetece olhar e escutar, sobretudo escutar, e convida a longos passeios pela areia fina, branca e limpa (pasme-se!).
O Resort da Praia d’el Rey fica entre Peniche e Óbidos e é certamente um local a visitar com atenção. Para os praticantes de golfe tem também um campo de 18 buracos de alguma qualidade.

Ao fim de 44 anos a Espanha lá voltou a erguer o troféu de melhor da Europa, o que vos posso dizer é que foi uma tremenda justiça. Foi a equipa mais regular, que melhor futebol praticou e que demonstrou mais ambição de chegar ao título, foi por isso, sem espinhas. Parabéns, foi mais que merecido, só tive pena de a final não ter sido Espanha vs Holanda.


photo credit: World Economic Forum
Amanhã será o primeiro dia do resto da vida da Microsoft, o seu fundador mais mediático e aquele que serviu de imagem da empresa até hoje vai ter hoje o seu último dia de trabalho no gigante de Redmond. Este dia foi devidamente agendado e anunciado há já 2 anos, numa conferência de imprensa “O homem mais rico do mundo“, anunciou que chegara a altura de dedicar o seu tempos às suas obras filantrópicas, a Microsoft iria saber percorrer o seu caminho sozinha.
Hoje poder-se-á especular acerca do timming da saída ser ou não oportuno, em virtude dos tempos difíceis que a empresa atravessa, mas o próprio respondeu à altura afirmando que se estivesse à espera de momentos calmos para confirmar a sua saída, morreria no local de trabalho. O momento é delicado pois a empresa encontra-se numa encruzilhada, enfrentado uma mudança radical do mercado dos computadores, muito por força do furacão Google e do impacto que a sua filosofia teve na Internet. A web2.0 é uma realidade e cada vez mais temos dificuldades em imaginar um computador sem Internet, e muito menos nos imaginamos limitados às aplicações tradicionais no PC, tendo muitas delas mudado para ambientes web. É esta dificuldade que a Microsoft vai enfrentando, pois aqui não é o principal player do mercado, como está habituada, e não pode ditar as suas leis.
De qualquer das formas, e ao contrário de muitos, julgo que todos temos muito a agradecer à Microsoft e à visão de Bill Gates, por muitas atitudes menos correctas de manipulação de mercado que tenham tido, foram certamente os principais responsáveis pela evolução da informática do “zero” até aos dias de hoje.

Vou começar os meus posts musicais com uma banda Rock pouco conhecida e bastante irreverente. Os Les Savy Fav são um quarteto formado em 1995 em Rhode Island.


A tarefa de organizar os meus contactos e a minha agenda é neste momento uma tarefa recorrente que não tem data de fim, há alguns anos atrás meti na cabeça que haveria de encontrar uma solução definitiva para organizar a informação que se acumula à minha disposição, e continuo à procura…
Cada vez tenho mais a certeza de que essa será uma tarefa impossível de concretizar, pois soluções perfeitas não existem, pelo menos por enquanto.
Enquanto não aparece então a solução perfeita vou-me remediando com algumas soluções intermédias e é disso que vos quero falar hoje.
Antes de optar por qualquer solução uma dúvida essencial me surgiu, a solução passa por um armazenamento central online ou vamos funcionar de forma offline para manter a segurança?
Eu acedo a um computador de 3 formas: portátil (principalmente em casa ou quando vou de fim-de-semana), PC trabalho e PDA. Com esta configuração em mente uma coisa se tornou claro, pelo menos parte da informação vai ter de existir online, para onde quer que vá. Essa informação é, basicamente, os posts que estou a escrever e as suas notas (nunca se sabe quando é que nos dá a inspiração para escrever), as leituras para por em dia do leitor de rss (nunca se sabe quando se tem um tempinho livre para ler 1 ou 2 posts), alguns documentos word e excel, e o óbvio email (quase todo guardado no gmail).

